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Gilmar absolve Waack do crime de racismo: “Todos nós podemos …

Brasil 247

Embora o racismo seja crime inafiançável, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, absolveu o jornalista William Waack, da Globo, que disse “é preto, é coisa de preto”, ao reclamar de um cidadão que buzinava na rua durante cobertura jornalística nos Estados Unidos; desde que o vídeo veio à tona, Waack foi criticado até por artistas da própria emissora, como o ator Lázaro Ramos; a Globo afastou o jornalista e ele também perdeu seu programa na GloboNews.

No Brasil, racismo é crime inafiançável, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, absolveu o jornalista William Waack, da Globo, do episódio em que o apresentador diz: “é preto, é coisa de preto”, quando um cidadão buzinava na rua, durante uma cobertura jornalística nos Estados Unidos.

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“Interessante texto de Demetrio Magnoli. Expresso minha solidariedade ao jornalista William Waack. Todos nós podemos errar”, escreveu o ministro no Twitter, ao postar artigo do filósofo na Folha de S.Paulo.

Artistas da própria Globo, como o ator Lázaro Ramos, repudiaram as declarações racistas de Waack. “Racismo é crime e ponto final”, disse Lázaro.

William Waack foi afastado pela Globo após o vazamento do vídeo. Ele também perdeu seu programa na GloboNews.

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