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Reativação do Plano Juventude Viva

Em uma parceria de cooperação entre a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR do Ministério dos Direitos Humanos com a Secretaria Nacional de Juventude será realizado amanhã, dia 10/08 a reativação do PLANO JUVENTUDE VIVA.

A articulação foi feita pela Coordenadora de Políticas para a População Negra e Indígena, da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, Elisa Lucas Rodrigues. ” Reduzir a violência contra jovens negros, sempre foi um de nossos objetivos a frente da coordenadoria” disse Elisa.

Após 4 anos inativo, o Plano Juventude Viva é reativado e reformulado para agir efetivamente com Políticas Públicas direcionada aos Jovens no Brasil. A cerimônia será às 10:30 h no auditório da UNESCO.

O Plano visa implementar políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra jovens, especialmente negros, pobres e das periferias do Brasil.

O PLANO JUVENTUDE VIVA

O Plano reúne ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens negros a situações de violência física e simbólica, a partir da criação de oportunidades de inclusão social e autonomia para os jovens entre 15 e 29 anos.

As ações do Plano Juventude Viva visam a ampliação dos direitos da juventude, a desconstrução da cultura de violência, a transformação de territórios atingidos por altos índices de homicídios e o enfrentamento ao racismo institucional, com sensibilização de agentes públicos para o problema.

O plano prioriza 142 municípios brasileiros, distribuídos em 26 estados e no Distrito Federal, que em 2010 concentravam 70% dos homicídios contra jovens negros. A relação inclui as capitais de todos os estados brasileiros. São 11 ministérios envolvidos. Juntos, eles articulam ações de 44 programas em 96 municípios, todos em prol na redução da vulnerabilidade dos jovens em situações de violência física e simbólica, a partir da criação de oportunidades de inclusão social e autonomia; da oferta de equipamentos, serviços públicos e espaços de convivência em territórios que concentram altos índices de homicídio; e do aprimoramento da atuação do Estado por meio do enfrentamento ao racismo institucional e da sensibilização de agentes públicos para o problema.

 

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